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São Paulo, SP, Brazil
Uma deficiente visual (Retinose Pigmentar), que vê a vida, como um presente à ser desfrutado.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

A gatinha Panqueca


Quando entrei em um novo projeto de criação, os terrários, comecei a procurar os fornecedores necessários e fui com a minha mãe, até um lugar que vende plantas e acessórios, que pertence à família Midori.
Antes de ir até lá, liquei para confirmar o local, e como chegar.
Já me identifiquei, para o Fábio, como deficiente visual, e pedi uma várias dicas e sua opinião: se ele achava que eu teria condições para levar meu projeto, adiante.
Ele me deu ”a maio força”, e quando cheguei com a minha mãe, ele a reconheceu de outras vezes que ela esteve lá, e me atendeu com muita simpatia e paciência.
Me mostrou vários tipos de plantas, descrevendo e deixando que eu as tocasse, para que eu pudesse ter uma idéia melhor sobre a aparência delas, e muito cuidado com os cactos,
Depois de muita conversa e informações, ele colocou uma espécie de bacia, sobre o balcão, e me disse:
– E esta espécia, você conhece? – ele disse, colocando o objeto, que pelo som parecia meio pesado, no balcão, bem pertinho de mim.
Estiquei a mãe, e me assustei ao sentir uma coisa peluda.
Voltei a tocar, percebendo que era um bichinho e ele me disse que era uma gata.
Fiquei encantada ao perceber que, com toda aquela movimentação e eu fazendo carinho, ela nem se mexeu.
Então perguntei:
– Ela é de verdade? ‘Tá viva?
À partir daí, me apaixonei por ela, e todas as vezes que fui lá, já me alegrava ao pensar em revê-la.
Na segunda vez que fui fazer as compras, descobri que ela não era bege clara, como deduzi, por se chamar: Panqueca.
Ela é branca com manchas pretas.
Há alguns dias atrás, voitei para me reabastecer de matéria-prima para os terrários que estão me entusiasmando tanto, e perguntei à Maria, mãe do Fábio, onde estava a Panqueca.
O Fábio, como sempre, muito solícito me mostrou que ela estava no lado de dentro do balcão, bem pertinho de mim, enroladinha, como sempre.
– Posso tirar uma foto dela, e por a história no meu blog? – perguntei.
O Fábio percebeu minha dificuldade e foi tirar a foto para mim.
como ela continuava enroladinha, parecendo que estava dormindo, ele disse:
– Olha o cachorro... Olha o cachorro, Panqueca.
Então ela levantou a cabecinha em alerta, e ele tirou essa foto.
 
 

 
 
– Que tal, um close? – ele sugeriu.
 
 
Linda!
Então, a Maria me contou que pela manhã, ela corre pra todo  lado, e brinca de esconde-esconde com eles, a danadinha.
Criei coragem para fazer outro pedido:
– Posso publicar a foto dela no meu blog sobre bichinhos?
O Fábio perguntou:
– O que você vai colocar no blog?
– Vou contar como conheci a Panqueca... – respondi.
Percebi que ele sentiu o quanto eu estava entusiasmada com a idéia de registrar, mais uma história, com um bichinha que me encantou...
  

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Beethoven, Débora e Juan


A Débora, que trabalha com a gente, sempre conta histórias do Beethoven, então fiquei curiosa em saber como tudo começou.

Ela me disse que primeiro, conheceu a mãe dele, que morava em uma casa na sua rua, mas que a dona, não cuidava.

Então ela sempre dava comida para ela, e o Juan, seu sobrinho, quando ela deu a pata, depois de comer, disse que parecia que ela estava agradecendo, dizendo “Deus abençoe”.

As crianças devem traduzir melhor, com sua sensibilidade, a língua dos cachorros.




















Com o passar dos meses, ele foi crescendo, e sua cores, mudando...


Depois de um tempo, ela emprenhou  e teve 11 filhotes.

Outro cachorro do mesmo dono, comeu todos os filhotes, e só ficou o Beethoven.

Quando ele estava com 2 meses, a mãe do Juan, pediu o filhote para a vizinha,  pois o Juan chorava, porque queria o cachorrinho.

A dona da cachorra gostou da idéia, pois não era nem um pouco apegada aos cachorros.






 Uma história de amor...



 Quem não se apaixona por uma coisinha peluda e fofa como esta?


Depois alguns meses, a mãe do Beethoven, morreu envenenada, pois, comeu veneno de rato na casa de uma outra vizinha.

Agora, o Beethoven é amado e mimado pela Débora e pelo Juan, e dá alegria e vida à casa deles.



sábado, 14 de março de 2015

terça-feira, 18 de março de 2014

Crueldade com animais indefesos

Hoje, assisti um vídeo, no programa Mais Você, que me deixou INDIGNADA!!!
Jovens que dão molho de pimenta para um cãozinho de aproximadamente 2 meses, e se divertem com o sofrimento do bichinho.
Vejam o vídeo:


https://www.youtube.com/watch?v=ZtxImVMBQCA


O mais revoltante, é que essas criaturas, que nem devem ser chamadas de gente, tem uma pena levíssima e nem são obrigadas a ingerir pimente equivalente ao seu peso, para sentir o que o bichinho seintiu.
Um ano se prisão ou cestas básicas, como pena, é no mínimo, REVOLTANTE!

quinta-feira, 6 de março de 2014

A gata Rouquinha


Há aproximadamente 3 semanas atrás, ouvi um miado rouco em meio as plantas do jardim da frente, da casa da minha mãe.

Fiquei assustada, pensando que a Rottwweiler pudesse ter avançado em uma gata prenha, que andava aparecendo por lá, de vez em quando.

Mas, felizmente a cachorra costuma ficar no jardim dos fundos, e nem se deu conta, daquele miado, que mais parecia um lamento.
A ajudante da minha mãe, Débora, logo veio me acalmar, dizendo que era uma gata, que já tinha aparecido prenha uma outra vez, e depois sumiu por vários meses, voltando agora, bem no final da gestação, parecendo pedir ajuda...





Minha mãe estava com medo que ela estivesse tentando entrar em casa para dar sua cria.

Perguntamos à ela se poderíamos dar um poucquinho de leite para ela, garantindo que não deixaríamos que entrasse em casa.
Depois de tomar o leite, em meio as plantas de um canteiro de plantas do jardim, ela deixou que a Debora a pegasse e colocasse no meu colo.

Provavelmente ela estava com medo da nossa aproximação, mas nem sequier mostrou as unhas.

Ela é muito meiga e dócil.

Fiquei encantada.

No dia seguinte, domingo, dia que a Débora não trabalha, mal abri a porta da varanda, e a gata começou seu miado carregado de lamento.

Cortou meu coração.

Fui pegar um pouquinho de leite para ela, e...

Minha mãe chegou da missa, e nos pegou em flagrante!

A gatinha, parou de beber o leite, e se aproximou de mim, pedindo carinho e proteção.

Adorei.


No dia 18 de fevereiro, os gatinhos nasceram.


Quando liguei para falar com minha mãe, a Débora me contou que a gatinha tinha tido 5 filhotinhos, embaixo das plantas do jardim dos fundos.

Como estava ameaçando uma chuva muito forte, a Débora recolheu a gatinha e seus filhotes, colocou em uma caixa de papelão, e levou para o meu escritório que fica na parte externa da casa.

Tenho certeza que lá. eles estarão protegidos, até a hora do desmame, quando, infelizmente, teremos que deixa-los viver suas vidinhas independentes.

Eu não via a hora de ver os bichinhos.

Liguei para a veterinária, que me disse que eu deveria dar ração para filhotes, para a gatinha ter um leite de boa qualidade para seus filhotes.
Quando cheguei na minha mãe, a Débora já tinha comprado a ração, e tudo estava bem com a nova família de gatinhos.

Mal consegui ver os bebes, mas deu para perceber como a mãe é carinhosa e protetora. Ela deixa os filhotes o mínimo de tempo possível. E mantem tudo limpinho.

Na segunda-feira de Carnaval, pedi a Elayne, minha amiga/irmã  de infância para que tirasse uma foto dos gatinhos, ela me atendeu prontamente, como sempre, e tirou essas lindas fotos.







Na terça-feira, fui sozinha tratar da gatinha: coloquei agua limpa, e enquanto eu pegava a ração, ela miava muito.

Achei que ela estava com muito fome, e para minha surpresa, ela não foi comer. Preferiu me pedir carinho. Depois, foi se deitar para dar de mamar para seus filhinhos.







Ela é realmente ENCANTADORA!
Uma mãezinha protetora, carinhosa e dedicada.

Espero que a gente consiga encontrar novos lares para os lindo bebes!

Quem se habilita?


Fotos By: Elaune F Alvarez




 


 


 


 

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Cadê o tucano?

No último fianl de semana em Poá, na casa da minha mãe, ouvimos da varanda um pio diferente de uma pássaro, vindo do alto das àrvores do jardim da frente.
    A Débora, secretária da minha mãe, viu um tucano. Segundo ela, ele é verde escuro, com o peito amarelo e um pouco de vermelho.


            



    Alguém consegue localizar o bichinho, no centro (um pouquinho para a esquerda), nesta foto?
    Frustrei.
    Eu, não consegui. Nem ao vivo, nem na foto.
    Mas pelo menos, consegui ouvir a voz dele...

   ... nesses deoiusm UM CASAL de tucanos apareceu no jardim. O jardineiro, Anderson, veio contando, todo animado, que um casal de tucanos estava perto do ipê, em um lugar até bem baixo e fácil de visualizar, mas quando a Débora conseguiu chegar com o celular, só tinha um, com o bico aberto, provavelmente com sede, e segundo ela, bem mais bonito do que o outro que tinha aparecido anteriormente...
     Vejam...

   

    Não é lindo?
    Uma visita destas, no nosso jardim, só pode ser um presente de Deus!