Quando entrei em um novo projeto
de criação, os terrários, comecei a procurar os fornecedores necessários e fui
com a minha mãe, até um lugar que vende plantas e acessórios, que pertence à
família Midori.
Antes de ir até lá, liquei para
confirmar o local, e como chegar.
Já me identifiquei, para o Fábio,
como deficiente visual, e pedi uma várias dicas e sua opinião: se ele achava
que eu teria condições para levar meu projeto, adiante.
Ele me deu ”a maio força”, e
quando cheguei com a minha mãe, ele a reconheceu de outras vezes que ela esteve
lá, e me atendeu com muita simpatia e paciência.
Me mostrou vários tipos de
plantas, descrevendo e deixando que eu as tocasse, para que eu pudesse ter uma
idéia melhor sobre a aparência delas, e muito cuidado com os cactos,
Depois de muita conversa e
informações, ele colocou uma espécie de bacia, sobre o balcão, e me disse:
– E esta espécia, você conhece? –
ele disse, colocando o objeto, que pelo som parecia meio pesado, no balcão, bem
pertinho de mim.
Estiquei a mãe, e me assustei ao
sentir uma coisa peluda.
Voltei a tocar, percebendo que
era um bichinho e ele me disse que era uma gata.
Fiquei encantada ao perceber que,
com toda aquela movimentação e eu fazendo carinho, ela nem se mexeu.
Então perguntei:
– Ela é de verdade? ‘Tá viva?
À partir daí, me apaixonei por
ela, e todas as vezes que fui lá, já me alegrava ao pensar em revê-la.
Na segunda vez que fui fazer as
compras, descobri que ela não era bege clara, como deduzi, por se chamar: Panqueca.
Ela é branca com manchas pretas.
Ela é branca com manchas pretas.
Há alguns dias atrás, voitei para
me reabastecer de matéria-prima para os terrários que estão me entusiasmando
tanto, e perguntei à Maria, mãe do Fábio, onde estava a Panqueca.
O Fábio, como sempre, muito
solícito me mostrou que ela estava no lado de dentro do balcão, bem pertinho de
mim, enroladinha, como sempre.
– Posso tirar uma foto dela, e por a história no meu blog? – perguntei.
O Fábio percebeu minha dificuldade e foi tirar a foto para mim.
como ela continuava enroladinha, parecendo que estava dormindo, ele disse:
– Olha o cachorro... Olha o cachorro, Panqueca.
Então ela levantou a cabecinha em alerta, e ele tirou essa foto.
– Posso tirar uma foto dela, e por a história no meu blog? – perguntei.
O Fábio percebeu minha dificuldade e foi tirar a foto para mim.
como ela continuava enroladinha, parecendo que estava dormindo, ele disse:
– Olha o cachorro... Olha o cachorro, Panqueca.
Então ela levantou a cabecinha em alerta, e ele tirou essa foto.
– Que tal, um close? – ele sugeriu.
Linda!
Então, a Maria me contou que pela manhã, ela corre pra todo lado, e brinca de esconde-esconde com eles, a danadinha.
Criei coragem para fazer outro pedido:
– Posso publicar a foto dela no meu blog sobre bichinhos?
Então, a Maria me contou que pela manhã, ela corre pra todo lado, e brinca de esconde-esconde com eles, a danadinha.
Criei coragem para fazer outro pedido:
– Posso publicar a foto dela no meu blog sobre bichinhos?
O Fábio perguntou:
– O que você vai colocar no blog?
– Vou contar como conheci a
Panqueca... – respondi.
Percebi que ele sentiu o quanto eu estava entusiasmada com a idéia de registrar, mais uma história, com um bichinha que me encantou...


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