Quem sou eu

Minha foto
São Paulo, SP, Brazil
Uma deficiente visual (Retinose Pigmentar), que vê a vida, como um presente à ser desfrutado.

quinta-feira, 6 de março de 2014

A gata Rouquinha


Há aproximadamente 3 semanas atrás, ouvi um miado rouco em meio as plantas do jardim da frente, da casa da minha mãe.

Fiquei assustada, pensando que a Rottwweiler pudesse ter avançado em uma gata prenha, que andava aparecendo por lá, de vez em quando.

Mas, felizmente a cachorra costuma ficar no jardim dos fundos, e nem se deu conta, daquele miado, que mais parecia um lamento.
A ajudante da minha mãe, Débora, logo veio me acalmar, dizendo que era uma gata, que já tinha aparecido prenha uma outra vez, e depois sumiu por vários meses, voltando agora, bem no final da gestação, parecendo pedir ajuda...





Minha mãe estava com medo que ela estivesse tentando entrar em casa para dar sua cria.

Perguntamos à ela se poderíamos dar um poucquinho de leite para ela, garantindo que não deixaríamos que entrasse em casa.
Depois de tomar o leite, em meio as plantas de um canteiro de plantas do jardim, ela deixou que a Debora a pegasse e colocasse no meu colo.

Provavelmente ela estava com medo da nossa aproximação, mas nem sequier mostrou as unhas.

Ela é muito meiga e dócil.

Fiquei encantada.

No dia seguinte, domingo, dia que a Débora não trabalha, mal abri a porta da varanda, e a gata começou seu miado carregado de lamento.

Cortou meu coração.

Fui pegar um pouquinho de leite para ela, e...

Minha mãe chegou da missa, e nos pegou em flagrante!

A gatinha, parou de beber o leite, e se aproximou de mim, pedindo carinho e proteção.

Adorei.


No dia 18 de fevereiro, os gatinhos nasceram.


Quando liguei para falar com minha mãe, a Débora me contou que a gatinha tinha tido 5 filhotinhos, embaixo das plantas do jardim dos fundos.

Como estava ameaçando uma chuva muito forte, a Débora recolheu a gatinha e seus filhotes, colocou em uma caixa de papelão, e levou para o meu escritório que fica na parte externa da casa.

Tenho certeza que lá. eles estarão protegidos, até a hora do desmame, quando, infelizmente, teremos que deixa-los viver suas vidinhas independentes.

Eu não via a hora de ver os bichinhos.

Liguei para a veterinária, que me disse que eu deveria dar ração para filhotes, para a gatinha ter um leite de boa qualidade para seus filhotes.
Quando cheguei na minha mãe, a Débora já tinha comprado a ração, e tudo estava bem com a nova família de gatinhos.

Mal consegui ver os bebes, mas deu para perceber como a mãe é carinhosa e protetora. Ela deixa os filhotes o mínimo de tempo possível. E mantem tudo limpinho.

Na segunda-feira de Carnaval, pedi a Elayne, minha amiga/irmã  de infância para que tirasse uma foto dos gatinhos, ela me atendeu prontamente, como sempre, e tirou essas lindas fotos.







Na terça-feira, fui sozinha tratar da gatinha: coloquei agua limpa, e enquanto eu pegava a ração, ela miava muito.

Achei que ela estava com muito fome, e para minha surpresa, ela não foi comer. Preferiu me pedir carinho. Depois, foi se deitar para dar de mamar para seus filhinhos.







Ela é realmente ENCANTADORA!
Uma mãezinha protetora, carinhosa e dedicada.

Espero que a gente consiga encontrar novos lares para os lindo bebes!

Quem se habilita?


Fotos By: Elaune F Alvarez




 


 


 


 

Nenhum comentário:

Postar um comentário